Monitoramento de Ações no Google Planilhas ou Excel

Atualização:

Veja nova versão da planilha – clique aqui.

Preparei uma nova planilha para acompanhamento de ações, desta vez com mais indicadores e mais alguns ajustes em relação a última planilha postada. A planilha mostra todas as ações listadas (se faltou alguma, pode me avisar!) e alguns indicadores, ajudando a comparar e escolher qual comprar e em qual momento.

Clique abaixo para visualizar / baixar:

Novo: Planilha no Google Planilhas

Novo: Planilha em Excel

A fonte dos dados é o google finance. O Excel utiliza estes dados a partir do google planilhas, através de um processo descrito neste post anterior. Você pode copiar a planilha do google planilhas (no link acima), realizar suas alterações e seguir o post para importar no Excel.

No Excel, para atualizar os dados, vá na aba Dados -> Atualizar Tudo. Tem em atraso de aproximadamente 20 minutos.

Atualizando os dados no Excel

Sobre os Indicadores da Planilha:

Muito cuidado! Os indicadores P/L (Preço sobre lucro) e LPA (Lucro por ação) são baseados no resultado contábil dos últimos 4 trimestres (não necessariamente do mesmo ano) que podem conter eventos não recorrentes, exemplo: pagamento de uma multa, ou recuperação de imposto.

De toda forma, estes indicadores são importantes para análise de compra da ação. O indicador P/L fornece a visão do preço da ação em contrapartida com o lucro / retorno da empresa. Portanto, quanto maior o P/L, mais “cara” a ação está. Por mais rentável que seja a empresa,  o preço da ação pode estar de acordo com este lucro, sem margem para crescimento.

O indicador LPA é calculado dividindo o lucro (dos últimos 4 trimestres) pela quantidade de ações. Quanto maior o LPA, melhor, pois a empresa está gerando lucro. Como é baseado nos últimos 4 trimestres, ou seja, 12 meses, vale olhar o resultado do último trimestre, pois a empresa pode estar perdendo desempenho. Você pode olhar o resumo no site da B3, por exemplo:

Resumo PETR3

Uma empresa que está tendo prejuízo não é necessariamente uma má aposta. Pode ser algo temporário decorrente de algum acontecimento (ex: operação carne fraca). É necessário analisar o potencial de recuperação da empresa, ou ainda o potencial de crescimento.

Curiosamente, em 03/2018 se ordenarmos a planilha por LPA decrescente, ou seja, pelo maior lucro por ação, aparece a MMX Mineração, que esta em processo de recuperação judicial e acumula dívidas. Isto porque no quarto trimestre de 2016 apresentou lucro. Olhando o balanço, em Receitas (despesas) operacionais, consta um evento “Provisão para patrimônio líquido investida negativo” que gera maior parte deste lucro. Como não sou contador, não sei dizer exatamente o que é, porém arriscaria dizer que é um evento não recorrente.

Por isso, continua a dica, olhe o indicador, mas não confie 100% nele. Não deixe de consultar o material sobre “Análise fundamentalista” de sua corretora. Estes tipos de evento são pegos facilmente pelos analistas e já estará resumido para você.

Nas últimas colunas estão os dados históricos concatenados com o caractere #. Solicitei ao meu amigo Marcos Rieper, do Guia do Excel para aprimorar esta planilha. Portanto, fique atento para atualizações!

Por enquanto recomendo consultar informações adicionais no Google Finance.

Por exemplo, para verificar a Média Móvel Exponencial:

1) Entre a ação que deseja, por exemplo: BVMF:VALE3 (sempre prefixar com BVMF, pois o google finance possui ações de várias instituições).

2) Abaixo do gráfico, clique em “Technicals” e selcionar “Exponential Moving Average (EMA)“. Informe o período (50 dias para um período médio):

MME(50) – VALE3

Este indicador irá “suavizar” o gráfico, facilitando a visualização de tendências. O MME ou EMA (em inglês) dará mais peso ao histórico mais recente, apontando melhor a tendência, se comparado com o MMS (Média Móvel Simples):

MMS(50) – VALE3

Se desejar calcular a MME com os dados da planilha, eis um exemplo no google planilhas:

Cálculo Média Móvel Exponencial Google Planilhas

Bons Investimentos!

Carro: melhor comprar, ou alugar?

Cada vez que penso em trocar de carro e entro no site dos fabricantes para conferir o preço, desisto na hora! Dinheiro bom é dinheiro investido e não perdendo valor em um carro. Os carros estão absurdamente caros…

Meu carro já tem 5 anos e funciona perfeitamente, não vale a pena trocar por enquanto. Mas uma hora terei que me despedir dele… e penso: O que fazer?

Será que alugar vale a pena?

Atualmente algumas empresas de aluguel de carros lançaram planos mensais, onde quanto mais tempo você aluga, mais barato fica. Fica mais barato ainda se pagar antecipadamente (provavelmente utilizam alguma taxa para trazer a valor presente).

Algumas opções:

O cálculo para saber se vale a pena ou não é um tanto complexo e pode variar de acordo com a opção de cada um (nível do carro, financiamento ou não, etc).

Mas resolvi calcular..

Utilizei a Movida, escolhendo o grupo “GRUPO AX – MOVIDA ON”, onde o veículo sugerido é um MOBI DRIVE 1.0 FLEX 6V 5P. Existem outros grupos, até com carros de luxo.

Dados da simulação:

  • Veículo: Mobi Drive 1.0 Flex 6v 5p;
  • Cidade: Joinville – SC (pode variar por cidade)
  • Período: 2 anos;
  • Limite de Km mensal: 1.000km (não faz mal se você passar em um mês e fizer menos em outro, eles só verificam nas revisões ou entrega do veículo);
  • Sem carro reserva;
  • Seguro incluso. Franquias: R$ 2.000,00 para danos no veículo / roubo e R$ 1.000,00 para terceiros;
  • Preço à vista: R$ 23.264,58

Você precisa entregar o veículo e pegar um novo toda vez que atingir uma quilometragem, pois eles passam o veículo para venda e te dão um novo. Não consegui obter informações sobre qual este limite…

Vamos aos cálculos:

1) Se comprar o veículo

Comprar MOBI Drive 1.0 Flex 6V 5p
Preço ZERO KM (fonte FIPE)  R$ 40.749,00
Depreciação
Preço 2018  R$ 36.530,00
Preço 2017  R$ 35.144,00
Desvalorização Anual 3,79%
Financiamento
Entrada  R$ 23.264,58
Financiamento  R$ 17.484,42
Taxa Juros 0,99%
Prazo (meses) 24
Valor Futuro (valor pago com juros)  R$ 22.147,88
Parcela  R$ 822,07
Valor do veículo ao final do segundo ano  R$ 33.810,59
Custos
Gasto com financiamento (desconsiderando taxas)  R$ 4.663,46
Seguro (2 anos – considerado 5% do valor fipe)  R$ 3.863,95
IPVA (2 anos)  R$ 1.433,48
Licenciamento + Seguro Obrigatório (aproximado)  R$ 300,00
Emplacamento  R$ 140,25
Revisão (2 anos)  R$ 680,00
Total custos  R$ 11.081,14
Ao final de 2 anos sobra   R$ 22.729,45
Se considerado FIPE – 20%  R$ 15.967,33

De acordo com esta simulação, considerando o preço do veículo (obtido da FIPE), mais o financiamento (da diferença do valor do aluguel) a uma taxa de 0,99% a.m. (desconsiderando o IOF) e o custos de manutenção, ao final de dois anos sobraria R$ 22.729,45. Este é o valor do veículo depreciado que estaria em torno de R$ 33.810,59 menos um gasto total de R$ 11.081,14 pelos 2 anos de uso.

Porém, quem já trocou de carro na concessionária sabe que ninguém paga preço da FIPE. Se te pagaram preço da FIPE é porque aumentaram o valor do carro novo ou este valor já estava aumentado em tabela. Afinal, a concessionária terá que repassar o seu carro e eles não vão fazer isso de graça.

Geralmente o praticado é FIPE – 20% na avaliação do seu usado. O que nos deixa um valor de R$ 15.967,33.

2) Se alugar o veículo

Alugar MOBI Drive 1.0 Flex 6V 5p
Valor (pago à vista)  R$  23.264,58
Prazo (meses) 24
Remuneração Poupança (CDB a 85% do CDI) – a.a. 5,6440%
Taxa convertida a.m. 0,4586%
Valor aplicando parcela no CDB mensal  R$ 20.806,10
Rendimento (descontado imposto)  R$ 2.823,43
Ao final de 2 anos sobra  R$ 20.307,85

Neste cenário o valor de R$ 822,07 que seria pago na parcela do financiamento do restante do valor do carro iria para uma aplicação, onde foi considerado um CDB com 85% do CDI (perfil conservador). Se você fizer pela poupança o valor será bem próximo.

Ao final de 2 anos sobraria R$ 20.307,85. Neste cenário alugar não é vantajoso, mas passa bem próximo. Isso se você conseguir vender o carro pela FIPE, onde sobraria R$ 22.729,45.

Porém considerando FIPE – 20% no preço final de venda do veículo, vale mais a pena alugar, pois sobraria os R$ 20.307,85 alugando, ante os R$ 15.967,33 para comprar zero.

Fica a planilha de cálculo para você “brincar”:

Veículo – Simulação Compra VS Aluguel

Essa situação ainda foi simulada em uma situação em que a taxa Selic está baixa, como no cenário econômico atual (02/2018). Se a Selic aumentar, é ponto para o aluguel, pois você pagará mais juros no financiamento da compra e ganhará mais rendimento na aplicação.

Pensando no futuro, aposto que o veículo deixará de ser um bem e passará cada vez mais a ser um serviço.

O que você acha? Deixe seu comentário…

O que rende mais, poupança ou CDB ?

Atenção: Este post não é uma recomendação de investimento.

A resposta é: depende! Mas em linhas gerais, prefiro o CDB.

Em 08/02/2018 o governo anunciou meta Selic de 6,75%. Selic é uma meta anual da taxa de juros básica da economia. O CDI (Certificado de depósito interbancário), que é a taxa utilizada no CDB anda lado a lado com a Selic.

É a menor taxa dos últimos anos (consultar). A princípio o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central avisou que é o fim do ciclo de cortes (da Selic). Ou seja, não deve baixar mais.

Atualmente, dependendo do CDB, as rentabilidades estão muito próximas (CDB e poupança).

Veja a planilha:

Cálculo CDB x Poupança

Nos grandes bancos, o CDB pode variar de 75% do CDI a 96,5% do CDI (maior taxa que já consegui). Existem bancos menores que pagam 100% do CDI, ou mais, porém muitas vezes a liquidez não é diária. Significa que vão calcular sua rentabilidade só no final do investimento, se você deixar o dinheiro até o final, enquanto na liquidez diária seu dinheiro rende diariamente (proporcionalmente). Então para quem não sabe quando irá precisar resgatar o dinheiro, liquidez diária é o ideal.

Atualmente (em 08/02/2018) , se você pegar um CDB que rende 75% do CDI estará rendendo menos que a poupança. 85% será equivalente, aproximadamente, se você deixar o dinheiro por mais de 720 dias, pois você paga imposto com alíquotas decrescentes conforme o prazo sobre a rentabilidade do CDB:

Dias Alíquota
Até 180 dias 22,50%
De 181 a 360 dias 20%
De 361 a 720 dias 17,50%
721 dias ou mais 15%

Como o Copom anunciou o fim dos cortes da Selic, a tendência é que a taxa aumente ao passar dos anos. Por isso, se você aplicar em CDB agora, já estará contando a tabela regressiva de imposto. Enquanto a taxa Selic aumenta e o imposto diminui, o CDB passa a valer mais a pena que a poupança, se você conseguir uma percentual do CDI decente (85% ou mais).

Por este motivo, mesmo estando aproximadamente “empatado” hoje, deve desempatar a favor do CDB com o tempo.

Os depósitos em CDB possuem garantia do FGC até R$ 250 mil por instituição financeira e por CPF. Ou seja, mesmo se o banco falir, há garantia (teoricamente) que você receberá o valor até este limite.

Bons investimentos!

Ações – quando é hora de comprar? Tenha seu controle no Excel!

Atenção: Este post não é uma recomendação de investimento. Utilize as informações com seus critérios. O risco é todo seu. Não sou um investidor profissional.

Atualização:

Veja também o post mais recente: Monitoramento de Ações no Google Planilhas ou Excel

A hora de comprar uma ação é sempre uma dúvida. Será que é o momento, ou irá cair mais?

Ninguém tem uma resposta exata (apesar de que alguns acertam),  pois depende de inúmeros fatores, impossíveis de prever.

Porém, para ajudar a decisão (de comprar), criei esta planilha:

Ações – Guia de Compra (clique para baixar)

O conteúdo da planilha é o seguinte:

Prévia do conteúdo da planilha
Prévia do conteúdo da planilha

 

  • Ação: Ticker para acompanhamento. Você pode adicionar sua ação favorita e copiar as fórmulas, ou remover as que não deseja acompanhar;
  • Alvo: É o preço de alvo que você deve definir para comprar a ação. ATENÇÃO: A planilha vêm com preços alvo para 08/02/2018 definidos por minha análise e em alguns casos é apenas um chute. Você deve obter estes valores com a sua corretora através da análise gráfica (pode utilizar também a análise de suportes e resistências e/ou o chat da corretora para conversar com um analista);
  • Atual: É o preço atual da ação. Este preço é atualizado automaticamente a partir do google finance. ATENÇÃO: Possui um atraso na atualização. Para atualizar, pressione o botão “Atualizar Tudo” na aba “Dados” do Excel;
  • % do Alvo: Quanto falta cair para chegar ao alvo;
  • Menor 52 sem: Menor preço em 52 semanas – para ajudar na decisão;
  • Maior 52 sem: Maior preço em 52 semanas;
  • % abaixo maior: Percentual que está abaixo do maior preço em 52 semanas (teoricamente quanto maior, melhor, mas depende mais do desempenho operacional da empresa);
  • % hoje: Percentual de variação do preço da ação;
  • Menor preço hoje: O menor preço da ação no dia de hoje.

Se o ticker ficar vermelho é um “sinal” de compra, mas não é uma certeza. A recomendação é acessar a sua corretora e verificar a análise técnica da ação. Mesmo assim não é uma certeza… Essa é a natureza da bolsa…

Acompanhe também a análise fundamentalista da empresa. Se ela está indo bem e o preço caiu, pode ser sinal de realização de lucro, ou seja, o preço aumentou e as pessoas estão vendendo para obter lucro. É hora de comprar..

A planilha é baseada no google finance e utiliza como fonte o google planilhas. No post Obter Cotações de Ações (B3/Bovespa) no Excel é explicado como fazer, caso você queria fazer sua própria versão.

Verifique também a  Ajuda função GOOGLEFINANCE() – Google Planilhas para saber o que pode ser feito..

Bons investimentos!

Como investir na bolsa mesmo sem tempo para operar?

Atenção: Este texto sobre como investir na bolsa não é uma recomendação de investimento. É direcionado para pessoas que não possuem tempo para monitorar constantemente seus investimentos. Utilize a informação com cautela, pois eu não sou um analista de mercado profissional. Opero no âmbito “amador”.

Quais ações escolher?

O primeiro item e o mais importante é: diversifique. Não compre apenas uma ação, faça uma carteira de ações composta de diversos setores da economia. Não compre exclusivamente ações que sofram impacto do preço da celulose, do minério de ferro ou do petróleo. Diversifique entre os setores.

Se você tem pouco dinheiro para investir e não consegue comprar lotes de 100 (lote padrão) em todas as ações, opere no mercado fracionado. É o mesmo mercado, porém as negociações fracionadas são feitas à parte. Se você comprar dois lotes fracionados de 50 ações, poderá vender as 100 como um lote “normal”.

A dica é ter uma lista de ações que você conhece, que tem potencial de alta. Para descobrir este potencial, verifique na sua corretora a seção de “Análise Fundamentalista”. Na análise fundamentalista o analista responsável irá analisar a empresa (resultados contábeis, financeiros) e o mercado em que ela atua. Normalmente irá verificar se a ação esta cara ou barata e irá estipular um preço alvo (normalmente até o final do ano). Mas cuidado, não é incomum uma empresa passar bem longe do alvo ou superar o alvo absurdamente. O analista não conseguirá prever tudo que irá acontecer.

Tendo a sua lista (de 15-20 ações potenciais), monitore-as para saber quando comprar e quando vender.

Quando comprar e quando vender?

Para comprar e vender, utilize a análise técnica. Muitas corretoras oferecem mensalmente sugestões de carteiras técnicas. A análise técnica é “para o momento”, enquanto a análise fundamentalista visa um prazo mais longo.

A dica será para comprar com preço baixo e vender com preço alto. O difícil é saber os momentos exatos, porém nestes pontos as corretoras também ajudam. O analista técnico / grafista irá analisar o gráfico e traçar a tendência, o suporte e a resistência. O suporte é o preço que suporta a ação, ou seja, quando chegar neste preço a ação tende a subir novamente. A resistência é o teto, quando bater o preço, tende a cair (realização de lucro). Possivelmente uma ação terá mais de um preço de suporte e mais de um preço de resistência. Não é uma ciência exata.

A Bradesco Corretora oferece chat diário (atualmente das 10:00 às 11:00) onde um analista técnico poderá passar informações técnicas sobre uma ação específica.

Compre

Compre logo após uma queda, mas compre quando der sinal de alta, preferencialmente quando estiver subindo ou compre quando der sinal de mais alta. Por exemplo, quando uma empresa divulga um excelente resultado trimestral, quando o preço de algum insumo (celulose, petróleo, minério de ferro) subir, entre inúmeros outros fatores que fazem os preços dispararem.

Venda

Venda após ter subido, mas quando estiver caindo, ou venda aceitando uma perda.

Para fazer isso, utilize a ferramenta de “Stop loss” que praticamente todas as corretoras oferecerem. No “Stop loss” você pode configurar um preço alvo para vender a ação quando chegar no preço. Ao disparar o gatilho a corretora irá automaticamente enviar uma requisição de venda à bolsa (não é garantido que irá vender).

Abaixo um exemplo de ordem “stop” da Bradesco Corretora:

Configuração do stop para venda
Exemplo de ordem “stop loss”

Neste caso estou programando para vender a ação CCRO3 se o preço chegar a R$ 14,75. Uma dica é configurar o preço limite um pouco abaixo, pois se a ação estiver caindo, do momento que disparou até o momento da venda, o preço pode ter oscilado para baixo. Portanto, configure o preço limite um pouco abaixo do preço de disparo.

Semanalmente (ou algumas vezes na semana) monitore o preço da ação e vá ajustando o “stop loss” para cima, ou seja, suba o preço limite enquanto a ação sobe. Não deixe muito perto do preço atual, assuma uma margem de perda, pois na semana a ação poderá oscilar alguns pontos percentuais. Não é desejável vender ao primeiro sinal de queda, pois a ação pode recuperar o crescimento.

Quando comprar a ação, configure o “stop loss” imediatamente com uma margem de perda que você possa tolerar. Desta maneira, se o preço da ação cair, é provável que não caia mais do que você aceite perder (só irá perder mais se a ação não vender). A partir deste ponto, vá ajustando o preço para cima.

É possível criar um controle no Excel, onde você pode obter o preço das ações, estipular um percentual de perda para cada uma e ir ajustando o “stop loss”. Para acompanhar o preço das ações no Excel, veja o post:

Obter Cotações de Ações (B3/Bovespa) no Excel

Utilize o stop para comprar (investir)

É difícil prever quando o preço de uma ação irá parar de cair, mesmo com as informações da análise técnica. Por este motivo recomendo comprar quando a ação mostrar recuperação.

Para fazer isso é possível configurar uma ordem “Stop” para compra:

Configuração do stop para compra
Stop compra

Nesta configuração estou dizendo: “Quando o preço chegar a R$ 8,00, envie uma ordem de compra de R$ 8,00”.

Fica no “Stop perda”, pois estou aceitando comprar quando a ação subir, onde teoricamente é uma perda. Porém não será uma perda se a ação continuar subindo.

É isso, $uce$$o!